A overdose de informações a que atualmente somos bombardeados me faz escolher algumas nas quais, por algum motivo, tenho um interesse maior, para aprofundar conhecimento. Confesso que as notícias do referendo e sobre a febre aftosa, são dois exemplos de temas recorrentes na imprensa, aos quais tenho dedicado meu mais profundo desinteresse. Porém, o bombardeio de informações sobre estes assuntos acabou por me atingir, qual bala perdida, ao passar pela televisão na sala. Logo após corri delas, mas, fiquei com duas questões martelando a cabeça. Primeiro, porque rico que reclama tanto da violência mais do que os pobres querem mais que eles continuar a poder comprar arma quando poderiam continuar a fazê-lo como já fazem nos dia de hoje no câmbio negro? Segundo, a partir de reflexões de meu amigo “Careca” porque todo mundo está “caindo de pau” sobre o governo questionando sua obrigação de vacinar gados contra a aftosa de proprietários de milhares de cabeça de gado? Mesmo com toda importância que os gados têm para a tal balança comercial, não seria melhor investir na febre do Tonico lá do Matadouro?
65 anos, professor titular "sênior" do IFF (ex-CEFET-Campos, RJ) e engenheiro. Pesquisador atuante nos temas: Capitalismo de Plataformas; Espaço-Economia e Financeirização no Capitalismo Contemporâneo; Circuito Econômico Petróleo-Porto; Geopolítica da Energia. Membro da Rede Latinoamericana de Investigadores em Espaço-Economia: Geografia Econômica e Economia Política (ReLAEE). Espaço para apresentar e debater questões e opiniões sobre política e economia. Blog criado em 10 agosto de 2004.
2 comentários:
Caro Roberto, penso que sem produção o país quebra! Produção gera emprego, renda e impostos. Imagine a diminuição na arrecadação que resultará em menores investimentos em saúde, moradia, transporte e educação. E os trabalhadores que perderão o emprego por causa deste descuido na vacinação/fiscalização? Como cantava Gonzaguinha: "E sem o seu trabalho, o homem não tem honra, e sem a sua honra...". Um abraço
Olá Marcos,
Concordo, mas, acho que nos caso dos grandes produtores o caso é mais de fiscalização do que ajuda. Pelo que fiquei sabendo, sem muito buscar, o referido caso, já teria sido identificado como sendo gado atravessado clandestinamente na fronteira do Paraguai para o Brasil, parece que já sem tem a identificação inclusive dos responsáveis.
A carne bovina hoje tem uma importância tão grande e adversários tão fortes no cmércio mundial que fico pensando dos riscos de um "terrorismo aftoso". Explico: um nosso concorrente, a Argentina nunca faria isso, garanto, mando um gringo por aqui ele roda uns pastos, e sorrateiramente dá umas injetadas destes vírus e depois...
Deixa para lá, senão o Bush...
Abraço,
Roberto Moraes
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