O jornal Valor Econômico trouxe ontem a seguinte informação sobre o assunto: “o secretário estadual de desenvolvimento econômico de Minas Gerais, Wilson Brumer, disse que o assunto está sendo analisado pelo governo, mas adverte que o tema é complexo e que não há no momento qualquer definição sobre uma redução: "não é uma questão de solução rápida", avisa. Segundo dados do Sindicato dos Revendedores Varejistas de Combustível de Minas Gerais (Minaspetro), pelo menos metade do álcool vendido nas regiões do Triângulo Mineiro e no sul de Minas entra ilegalmente no Estado pela divisa com São Paulo. Por causa da diferença de tributação em Minas e no Estado vizinho, muitos donos de postos preferem comprar em São Paulo pagando alíquota de 12% e trazendo o produto ilegalmente para Minas.”
“Nos cálculos da União da Indústria Canavieira de São Paulo (Unica), após a aplicação dos

O chororô permanente do setor, agora tem como argumento, a necessidade da redução das emissões de poluentes de CO2 dos combustíveis fósseis e em nosso estado as cheias que prejudicaram as lavouras. Com tudo isso, vejo que é questão de tempo, o atendimento deste objetivo. Bom também que o setor deixe de ser beneficiário eterno dos incentivos governamentais, muitas vezes com contra-partidas inexistentes ou, questionáveis.
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