Com 95 anos ele valoriza a visita, sobretudo, a prosa em qualquer dia do ano. Diz com sua religiosidade sem religião, não se importar, com as mudanças de hábito e costumes. Diz que hoje é assim e amanhã será diferente. Porém, fez questão de dizer que antigamente a sexta-feira era sagrada e que “as pessoas respeitavam, sequer se descascava laranja ou uma cana. Até isso se fazia de véspera. Quando se pegava o cavalo para tomar benção ao padrinho era proibido usar espora para tocar o animal”. Na foto ao lado, a benção pedida pelo blogueiro que aprecia as tradições, mas gosta mais de entender as suas origens.
66 anos, professor titular "sênior" do IFF (ex-CEFET-Campos, RJ) e engenheiro. Pesquisador atuante nos temas: Capitalismo de Plataformas; Espaço-Economia e Financeirização no Capitalismo Contemporâneo; Circuito Econômico Petróleo-Porto; Geopolítica da Energia. Membro da Rede Latinoamericana de Investigadores em Espaço-Economia: Geografia Econômica e Economia Política (ReLAEE). Espaço para apresentar e debater questões e opiniões sobre política e economia. Blog criado em 10 agosto de 2004.
sexta-feira, abril 06, 2007
Tradição & costume
Com 95 anos ele valoriza a visita, sobretudo, a prosa em qualquer dia do ano. Diz com sua religiosidade sem religião, não se importar, com as mudanças de hábito e costumes. Diz que hoje é assim e amanhã será diferente. Porém, fez questão de dizer que antigamente a sexta-feira era sagrada e que “as pessoas respeitavam, sequer se descascava laranja ou uma cana. Até isso se fazia de véspera. Quando se pegava o cavalo para tomar benção ao padrinho era proibido usar espora para tocar o animal”. Na foto ao lado, a benção pedida pelo blogueiro que aprecia as tradições, mas gosta mais de entender as suas origens.
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