Geolcina, não estudou, mas sabe e reclama, que depois que os supermercados passaram a vender frutas e legumes, o movimento do mercado só fez diminuir. “Também pudera, lá eles pagam no cartão, enquanto aqui eles têm que pagar no dinheiro”. Geolcina hoje em dia só pensa no futuro dos filhos. O mais velho chama-se Ronildo tem 18 anos e segundo ela é muito bom em artes. “Ele agora está até fazendo um cursos de computação no Liceu”. Geolcina na sua humildade ficou orgulhosa quando soube que iria aparecer na internet: “vou contar para meu filho”.
66 anos, professor titular "sênior" do IFF (ex-CEFET-Campos, RJ) e engenheiro. Pesquisador atuante nos temas: Capitalismo de Plataformas; Espaço-Economia e Financeirização no Capitalismo Contemporâneo; Circuito Econômico Petróleo-Porto; Geopolítica da Energia. Membro da Rede Latinoamericana de Investigadores em Espaço-Economia: Geografia Econômica e Economia Política (ReLAEE). Espaço para apresentar e debater questões e opiniões sobre política e economia. Blog criado em 10 agosto de 2004.
quarta-feira, maio 23, 2007
Geolcina descasca a legítima castanha do Pará
Geolcina, não estudou, mas sabe e reclama, que depois que os supermercados passaram a vender frutas e legumes, o movimento do mercado só fez diminuir. “Também pudera, lá eles pagam no cartão, enquanto aqui eles têm que pagar no dinheiro”. Geolcina hoje em dia só pensa no futuro dos filhos. O mais velho chama-se Ronildo tem 18 anos e segundo ela é muito bom em artes. “Ele agora está até fazendo um cursos de computação no Liceu”. Geolcina na sua humildade ficou orgulhosa quando soube que iria aparecer na internet: “vou contar para meu filho”.
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