No Canadá, ainda em 2005, de um total de 584 milhões de consultas feitas pelos canadenses ao seu governo, 547 milhões (93%) foram por meio de serviços eletrônicos, 30 milhões (5%) por telefone e apenas cerca de 4 milhões pessoalmente. Por lá, documentos como passaportes, licenças, financiamento e até divórcios podem ser pedidos pela internet.
O professor Richard Heeks da Univesidade de Manchester na Inglaterra, considerado um dos maiores especialistas em governo eletrônico do mundo diz, com propriedade que: “nos países mais ricos, o governo não é tão importante na vida do indivíduo quanto nos demais”. Heeks disse que a relação do governo, com a sociedade vem se alterando, mas de forma mais significativa, ela vai se radicalizar: “quando os adolescentes e jovens da geração web assumirem posições-chave no poder, daqui a alguns anos, o cenário será outro.”
Por aqui, com a capacidade de investimento da prefeitura e com uma boa relação com as universidades, poderíamos estar avançando com a inclusão digital e o e-gov, mas, a preocupação é com a eleição e...
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