Veja as considerações do Rodrigo Baggio para que os projetos de inclusão digital não sejam assistencialistas e pouco eficientes:
“Focar em distribuição de computadores não garante a sustentabilidade do projeto. É preciso acompanhar, ter indicadores e metas. Tem que ter a presença de pessoas que complementem a troca virtual de informações. É o que cria o upgrade do modelo assistencialista para o modelo sustentável. Outro detalhe importante, no caso dos projetos de inclusão digital em escolas públicas, é garantir que a comunidade possa interagir no modelo de gestão. É um desafio, mas é preciso abrir a escola pública para que as pessoas possam interferir”.
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