Enquanto, há gente reflorestando e tentando diminuir o impacto do aquecimento global sobre nosso planeta, por aqui, a mentalidade ainda é da época da escravidão, mesmo que não a pratiquem mais por imposição pura e simplesmente da fiscalização.
66 anos, professor titular "sênior" do IFF (ex-CEFET-Campos, RJ) e engenheiro. Pesquisador atuante nos temas: Capitalismo de Plataformas; Espaço-Economia e Financeirização no Capitalismo Contemporâneo; Circuito Econômico Petróleo-Porto; Geopolítica da Energia. Membro da Rede Latinoamericana de Investigadores em Espaço-Economia: Geografia Econômica e Economia Política (ReLAEE). Espaço para apresentar e debater questões e opiniões sobre política e economia. Blog criado em 10 agosto de 2004.
domingo, dezembro 09, 2007
Crueldade ecológica
Enquanto, há gente reflorestando e tentando diminuir o impacto do aquecimento global sobre nosso planeta, por aqui, a mentalidade ainda é da época da escravidão, mesmo que não a pratiquem mais por imposição pura e simplesmente da fiscalização.
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2 comentários:
Prezado Roberto,
O que esperar de um empresário, citado recentemente no jornal O Globo, num tremendo marketing negativo, por manter trabalhadores em condições degradantes e semelhantes à condição de escravos?
Degradação e crueldade ambiental é fichinha p/ essa gente...
Abç!
luiz jr.
BOB,
Quando é prá meter o pau a gente mete, como maior prazer inclusive.
Mas, neste caso, creio (sem nenhuma certeza)que as árvores (eucaliptos, senão me engano) tem uma vida útil, e depois podem representar ameaça pelo seu tombamento, nesse caso na estrada.
Pode ser, pode não ser. Mas, o Sinhozinho, em sua moderna visão gerencial, tem muito zelo pelo seu patrimônio e futuras implicações com indenizações, desde que não envolva a choldra das senzalas.
Always yours,
Kbrunco. que mata a pau, e mostra a cobra.
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