quinta-feira, abril 17, 2008

Siderúrgica no Açu

Está hoje também em uma nota no caderno de Economia do Estadão: "Eike procura siderúrgica de grande porte". "O Porto de Açu, que está sendo construído pela LLX, de Eike Batista, contará com uma siderúrgica estrangeira com capacidade para produzir 10 milhões de toneladas por ano. Segundo o prsidente da LLX, Ricardo Antunes, a usina produzirá chapas e tubos de aço para o mercado interno e externo e envolverá investimentos de US$ 12 bi".

4 comentários:

Anônimo disse...

Boa nota. O PIB percapita de SJB, em poucos anos vai se tornar maior do que o de Macaé. Entretanto, se não forem postas em prática políticas públicas voltadas a distribuir parte desta nova riqueza que chega estaremos fadados a ver, por um lado a alegria dos investidores nacionais e internacionais e, por outro, a tristeza da populaçao iludida com o falso progresso, ou seja, quando ele se concentra apenas na acumulação de capital.

Anônimo disse...

Concordo em parte com o anônimo e cima. Não acho que deva ocorrer uma "distribuição de parte desta nova riqueza". Essa história de distribuir riqueza é coisa de quem defende bolsa-familia, ou bolsa-emprego-da-prefeitura (vide CAMPOS).
SJB precisa é qualificar sua mão de obra, para que todos os níveis de empregos possam ser ocupados em parte por cidadãos desta cidade. Isso sim é "distribuir riqueza", essa história de "alegria dos investidores nacionais e internacionais" não tem nenhum problema, até porque, os investidores não vão pra SJB porque são bonzinhos, vão porque querem LUCRO, o governo local é que tem que aproveitar a chance, e fazer deste fato o "gatilho" para aumentar a qualidade de vida da população local, não com outros artificios, mas com empregos nestas empresas todas que estão chegando.

Aliás, conhecendo os governantes locais (NF), tenho a sensação que em breve vários vão querer ganhar muito com isso, o que pode até mesmo afastar todos estes investimentos do local...

Anônimo disse...

No blog da jornalista Miriam Leitão, no portal do jornal O Globo, o economista da Uenf Alcimar Chagas postou dia 15 último, um artigo que comenta a forma de mensuração da renda e da riqueza em nossa região, bem como seus equívocos e contradições. Deixo esta dica para os blogueiros.

Anônimo disse...

No dia 16 último o professor Fernando Antonio Slaibe da USP apresentou o estudo " Royalties do Petróleo e Crescimento econômico dos municípios beneficiados, em um seminário da FGV/SP. A conclusão do estudo afirma que " a maldição dos recursos naturais" revela que os municípios contemplados com royalties cresceram menos do que não contemplados. Afirma ainda que para cada real de royalties por habitante obtido, as estatísticas revelam uma queda de PIB de 0,00025 ponto percentual.Os motivos seriam captura de renda pelas elites locais, corrupçâo, estrutura institucional deficinente , entre outros.