


66 anos, professor titular "sênior" do IFF (ex-CEFET-Campos, RJ) e engenheiro. Pesquisador atuante nos temas: Capitalismo de Plataformas; Espaço-Economia e Financeirização no Capitalismo Contemporâneo; Circuito Econômico Petróleo-Porto; Geopolítica da Energia. Membro da Rede Latinoamericana de Investigadores em Espaço-Economia: Geografia Econômica e Economia Política (ReLAEE). Espaço para apresentar e debater questões e opiniões sobre política e economia. Blog criado em 10 agosto de 2004.
2 comentários:
Tem que fazer um bom sistema de esgoto com tratamento, pois caso contrário podem servir como o canal Campos Macaé em suas áreas urbanas: depósito de esgoto a céu aberto.
Acho que o respeitado arquiteto poderia ter pensado em uma forma de revitalizar o Rio Paraíba, e quem sabe ali sim usar um sistema de transporte em massa de pessoas e de cargas, sendo SJB uma cidade com poucos habitantes poderíamos usar os canais existentes juntamente com o Rio Paraíba para transportar trabalhadores de Campos para o Complexo. As cargas poderiam sair daqui para o RJ, SP e MG usando o rio e outros que desembocam nele e interligações rodoviárias barateando o transporte e diminuindo a poluição. Temos que ver o que temos e aproveitar, fica mais barato do que “inventar” um modelo um pouco distante. Sei que o objetivo é ligar o complexo ao centro da cidade de SJB, mas se isso demorar a ser feito outras áreas serão povoadas e como todos sabemos não basta apenas ligar, tem que se dá o mínimo de estrutura para que a cidade seja povoada, certo que morar perto de onde trabalha já ajuda muito, mas se as escolas, a saúde, o saneamento não saírem do papel rápido isso irá gerar grandes problemas que já estão sendo gerados em menor escala hoje e sem solução aparente. Um pequeno exemplo é um sistema de drenagem que fizeram no Açu que liga nada a lugar nenhum, só tira o problema de um lugar e joga para outro, tem que se conhecer a fundo os problemas e buscar soluções conjuntas. Essa é a minha humilde opinião.
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