Em Edinburgo, na Escócia, há o conhecido e similar Museu do Whiskey. Pela descrição do museu de Salinas, ele é muito maior que o escocês. O projeto completo desenvolvido pelo governo mineiro em parceria com a Prefeitura da Salinas tem previsão de ocupar 13 mil m² e está abeto para a visitação gratuita entre quarta e domingo das 9 às 19 horas.
São temas do museu: história da cachaça em Salinas, plantação, colheita e moagem da cana, sociedade do açúcar, engenhos antigos e atuais,terão exposições abrigadas em oito salas, além de uma sala que será dedicada ao produtor Anísio Santiago, fabricante da Havana. Haverá salas de reunião para produtores de cachaça e espaço na loja para a venda de produtos regionais, além de áreas de interação para os moradores.
Pelo que se vê pelas fotos que podem ser visualizadas aqui, as salas têm um pé direito alto e modernas instalações. Ainda, segundo as reportagens sobre a inauguração do museu, as salas expositivas reúnem painéis fotográficos, áudios, vídeos, uma enorme instalação com garrafas de cachaça produzidas em Salinas (1.750 garrafas, numa instalação de 9 metros de altura), equipamentos utilizados nos alambiques e nichos para experiência sensorial das características da bebida. Imagens de Debret e Post ajudam a contar a história da introdução da cana de açúcar no Brasil.
No todo, o museu implantado em área onde funcionou o antigo aeroporto de Salinas, possui blocos de espaços distintos. Nove salas com exposições, espaço administrativo e destinado à realização de negócios, restaurante, biblioteca, brinquedoteca, NIP-Núcleo de Imagem Projetada, etc.
O projeto foi desenvolvido durante um bom período de tempo com discussões comunitárias, segundo as informações. Um projeto como este tem que estar articulado com programas e roteiros turísticos e culturais para ter sustentabilidade e arrastar outras atividades.



2 comentários:
O Blogueiro gosta?
Isto não vem ao caso.
O museu que é cultura está acima dos paladares.
Espero que a pergunta não traga na sua bagagem o preconceito que tentei evitar usando o caso do museu escocês.
De toda a sorte o assunto merece melhor e mais ampla análise.
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