
O blog já comentou aqui que o edital precisa ser discutido com as comunidades da região. Por que pode-se optar pelo critério de menor preço por quilômetro para escolher o vencedor, mas, de outro lado, pode-se garantir a manutenção do monopólio.
Linhas com mais movimento como Campos-Rio, Campos-Macaé, Macaé-Rio, Rio-Cabo Frio e outras comportam mais de uma empresa como operadoras. Este critério pode se somar ao de menor valor da tarifa, que pode ser oferecida pelas empresas que se interessarem pela disputa.
O blog abre novamente o assunto, porque as reclamações sobre a péssima qualidade dos serviços e o alto preço continuam. Até quando? Até depois das eleições? Quem prometeu e não fez perdeu a vez!
Um comentário:
A existência de concorrência é fundamental.
Chega a ser, literalmente, visível.
Na rodoviária Novo Rio (na capital), a 1001 concorre com outras empresas na linha Rio/São Paulo.
Além de ter que manter preços das passagens competitivos, a 1001 matem guichês exclusivos para venda de passagens para São Paulo. E para os demais destinos, onde não há concorrência (inclusive para Campos), existe um outro guichê, com longas filas.
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